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Gengibirra ganha espaço em coquetéis nos EUA

De Joe Gray, do Chicago Tribune

10 outubro 2012 | 22:27 por heloisalupinacci

Até há pouco restrita a receitas de coquetéis que saíram há muito de moda, como o moscow mule, a gengibirra tem aparecido mais e mais como ingrediente de drinques ambiciosos em cartas de bares modernos. Seria ela a nova queridinha dos bartenders hipsters? Teremos de esperar para ver – embora essa conversa de queridinha de hispters seja totalmente demodé.

Está claro, no entanto, que, não importa quem ressurgiu antes, se a gengibirra ou os coquetéis clássicos, o refrigerante ardido e adocicado está se unindo com maior frequência a destilados para dar uma cara moderninha a drinques que pareciam ter envelhecido mal. E essa é a desculpa perfeita para provar as marcas disponíveis no mercado.

Gengibirra, em inglês, ginger beer, é um refrigerante de gengibre. É diferente de ginger ale. É mais ardido e menos doce. A gengibirra surgiu no século 18, na Inglaterra, como uma bebida alcoólica. Depois deixou de ser alcoólica e passou a ser usada prioritariamente em coquetéis.

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Das oito marcas provadas (na ordem de preferência, Maine Root, Fever-Tree Premium, Barritts Bermuda Stone, Sioux City, Gosling’s Ginger Beer, Fentiman’s Traditional, Ginger People, Reed’s Extra All Natural Jamaican Style Ginger), as mais potentes foram mais bem avaliadas. Elas se saem melhor em drinques. As gengibirras feitas com ingredientes naturais e adoçadas com açúcar de cana se saíram melhor, embora uma das favoritas, a Barritts, seja adoçada com xarope de milho.

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