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Comida

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Especificidades das espécies

Das 52 mil toneladas de pescado que foram negociadas na Ceagesp ao longo do ano 2013, grande parte está representada pelas espécies de peixe abaixo. São as mais comumente consumidas. Mas nem sempre quando você as compra elas estão no auge do frescor e qualidade.

12 fevereiro 2014 | 20:18 por joseorenstein

Conheça algumas características, procedência e o tempo que cada um desses peixes mantém-se fresco (se devidamente guardado no gelo e inteiro).

É um pouco mais resistente: mantém-se fresco, inteiro e bem armazenado, por até uma semana. Vem bastante da região Norte e Nordeste, mas também do Sudeste.

Ficou com água na boca?

De água doce, vem de criatórios. É resistente e mantém aparência e sabor por uma semana.

É das mais resistentes: dentro do gelo, fica em perfeitas condições por uma semana. As melhores são as de pedra, que são pescadas de arpão e têm peito amarelo.

É o mais comum e mais consumido no Brasil. Pesca-se do ES para baixo. Tem, no entanto, curta duração: depois de três dias, começa a perder qualidade.

Vem quase todo dos cativeiros chilenos, de caminhão, por até sete dias, ou de avião, em dois dias. É resistente, por ser gorduroso: por uma semana, ainda é fresco. Começou a vir congelado do Alasca.

É parecida com a sardinha: tem uma “vida fresca” breve, de três dias a uma semana. Dá bastante no litoral Sudeste e Sul – na costa próxima, em especial. As melhores têm o peito amarelado.

É comum também no Brasil inteiro – pescada especialmente entre RJ e RS. Inteira e bem armazenada no gelo, mantém o ponto ótimo e frescor por três dias apenas.

É das espécies que duram mais. Se bem armazenado, pode manter características por até 20 dias. Mas, se for já filetado, em três ou quatro dias começa a perder qualidade. Vem de SC, RJ, ES, RN…

Costuma chegar bem fresca no mercado, mas também dura pouco. Depois de três dias, já decai. É um peixe pequeno e de águas frias, que ocorre no Brasil inteiro, mas mais o Sudeste.

Pescada-branca

As melhores vêm do RS, e às vezes, do Uruguai. Mas por virem de longe, podem perder qualidade no transporte. Tem um tempo de frescor curto de três dias. As de SC vêm também em boa forma.

>> Veja a íntegra da edição do Paladar de 13/2/2014

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