Faça drinques, não faça guerra. Dry martini e vésper sem polarização ideológica ou 007

Já há polêmicas suficientes do mundo, não é preciso impor regras para fazer drinques em casa. Aprenda 2 clássicos, um com gim, outro com gim E vodca

Gilberto Amendola

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POLÊMICA!

Não. Cansei. A gente já vive muito isso, essa polarização sobre qualquer coisa que se mexe ou não. Aqui, nesse recreio do meu cotidiano de repórter, vou me abster de confusão. Então, a regra de ouro é: faça o seu dry martini como você quiser ou preferir. Combinado?

Quer bancar o 007, quer bater, quer usar vodca? Vai lá, fera! A vida já anda tão complicada sem um chato pra te dizer o que é certo e errado quando você está bebendo em CASA.

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O dry martini que eu gosto é mexido (não batido) e não muito “dry” (seco). Ou seja, não sou desses que pingam uma gotinha de vermute seco e despejam na pia. Faço com 75 ml de gim e 15 ml de vermute seco. Coloco uma ou duas azeitoninhas e sou feliz. Vez ou outra, dou uma pingadinha de bitter de cardamomo (mas aí já tô sendo esnobe, rs).

No vídeo de hoje, além do dry martini, fiz um vésper – que é mais ou menos o que 007 pede nos filmes. Originalmente, o vésper é feito com Lillet, um licor francês quase impossível de achar no Brasil. Por isso, aqui, substitui por vermute branco. Olha a POLÊMICA!!!!

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10/08/2018

 

Relaxa, não fica igual ao feito com Lillet, mas desce super bem. E acho bacana a gente tentar adaptar algumas receitas com aquilo que temos em casa. No vésper caseiro vai 60 ml de gim, 20 ml de vodca e 10 ml de vermute branco (no lugar do Lillet). E ele eu faço batido, na coqueteleira. Mas também pode ser mexido. Fica por conta do freguês. E em vez das azeitonas, coloque uma casquinha de limão-siciliano.

Tentem não brigar por isso. Já  temos uma eleição presidencial para nos fazer bater boca. Beba com alegria. Drinque é paz e amor, brothers!

EXTRA! EXTRA!

Ao rever o vídeo percebi um certo erotismo acidental que pode me render mais visualizações. São 3 momentos especiais.

1. Eu sugiro que, caso você não tenha uma colher bailarina, use um hashi (obviamente não usado) de um japonês que você comeu ontem.

2. Confesso que gosto do meu “dry molhadinho”.

3. Ao usar a coqueteleira também confesso que nunca aprendi a bater direito.

Vésper, batido, com gim e vodca. FOTO: Bruno Nogueirão/Estadão

Receitas do vídeo:

Dry martini

75 ml de gim

15 ml de vermute seco (se quiser mais seco, vão diminuindo o vermute. Tem quem só coloque a garrafa de vermute na frente do mixing glass, rs)

Uma ou duas azeitonas

> Drinque mexido

Vésper

60 ml de gim

20 ml de vodca

10 ml de vermute branco (se tiver Lillet, use-o)

Casquinha de limão-siciliano

> Drinque batido ou mexido

Quer ver os vídeos anteriores? Tem drinque com gim tônica, negroni, old fashioned, manhattan e mais. Confira aqui!

 

“Vodca martini, batido, não mexido”. Bond, James Bond.

POLÊMICA!

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