Paladar

Escalando o ‘time’ ideal (ou ‘Beer Pals’, o projeto)

23 agosto 2009 | 21:10 por Roberto Fonseca

Para o apreciador de boas cervejas, a questão deve gerar tanta polêmica quanto a escalação da seleção brasileira para os futebolistas de carteirinha: qual seria o “time” nacional ideal para representar o Brasil lá fora? Ou, em outras palavras: quais das nossas cervejas fariam bonito ao serem degustadas por estrangeiros?

Tive essa dúvida outro dia, logo depois de uma ideia bastante interessante. A de promover um “intercâmbio cervejeiro”. De férias em alguns dias, irei a um país onde a cultura cervejeira é bem similar à nossa (vou manter o sigilo por ora, mas é um local com surgimento de produtores artesanais do meio da década de 90 em diante e crescimento considerável da cultura cervejeira nos últimos anos). A meta é simples: levar na mala algumas cervejas artesanais brasileiras e deixar uma com cada microcervejeiro ou produtor caseiro pelo caminho. Em troca, espero, receberei também uma cerveja de destaque. Algo como os “pen pals”, que se correspondem pelo mundo afora, com a diferença de que, neste caso, será difícil promover intercâmbio cervejeiro com presidiários (hehehe…quem sabe uma maria louca?).

O objetivo principal, certamente, é divulgar a cultura cervejeira brasileira. Afinal, nem todo mundo lá fora acompanha com atenção a evolução do nosso cenário, com as primeiras medalhas em torneios internacionais sendo conquistadas. Mas há outras vantagens, como ouvir a opinião de um produtor com cultura, formação e influência diferentes. Mas vamos à polêmica: o meu ’11’ ideal é este aqui de baixo. Concordam? Discordam? É só deixar a opinião nos comentários.

Baden Baden Red Ale (ou Stout)
Bamberg Alt
Bamberg Weiss
Colorado Demoiselle
Colorado Black Rapadura Vintage
Eisenbahn ‘5’
Eisenbahn Weizenbock (ou Lust)
Eisenbahn Dunkel
Falke Monasterium (ou Wäls Tripel)
Wäls Pilsen
Schmitt Barley Wine

Ficou com água na boca?