Paladar

Melhores de 2011, parte 58: Confece

02 fevereiro 2012 | 14:16 por Roberto Fonseca

Da esquerda para a direita, Ingrid Paulsen, Watylla Vargas, Ludmilla Fonttainha, Graziela Sarreiro, Eulene Hemétrio (na frente); Juliana Pimenta (atrás), Lígia de Matos, Adriana Guimarães (na frente) e Luisane Vieira (de chapéu). Foto: Arquivo pessoal

 

Veja os votos de Ingrid Paulsen, Eulene Hemétrio, Luisane Vieira, Juliana Pimenta, Graziela Sarreiro, Ludmila Fonttainha, Lígia de Matos, Watylla Vargas e  Adriana Guimarães, as integrantes da Confraria Feminina da Cerveja (Confece), de Minas Gerais:

Melhor lager nacional
Falke Diamantina

Melhor ale nacional
Wäls Tripel

Melhor lager importada para o Brasil
Pilsner Urquell

Melhor ale importada para o Brasil
Flying Dog Double Dog

Melhor cerveja caseira
Difícil escolher, uma vez que moramos na “Bélgica do Brasil”: Minas Gerais. Tivemos cervejas com flores, com goiabada e até com doce de leite. Mas vamos votar na Scolat do cervejeiro Pablo Carvalho.

Melhor cerveja de 2011 (aqui ou lá fora)
Detestamos dar este voto. Provamos muitas cervejas maravilhosas este ano. Mas a Falke Vivre Pour Vivre saindo da torneira na Falke Bier foi memorável.

Novidade do ano
A Confece adquiriu seu equipamento para cerveja caseira e começou a produzir a “Aurora”, uma Belgian Golden Strong Ale. Ter a Samuel Adams no Brasil, finalmente, também é bacana.

Melhor fato cervejeiro de 2011
O movimento #cervejadeverdade nas redes sociais. Este ano acreditamos que as cervejas especiais saíram do gueto.

Pior fato cervejeiro de 2011
A saída da Flying Dog do mercado nacional. Outro fato ruim, mas que não é específico de 2011, é a falta de uma boa política nacional para estímulo as microcervejarias artesanais.

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