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A coquetelaria da última década

A coquetelaria ganha força no Brasil perto da estreia da série norte-americana Mad Men, em 2007. Nela, publicitários ambientados na década de 1960 bebericam drinques o tempo inteiro. O público começa a ter na ponta da língua termos e técnicas antes restritos a barmen.

23 setembro 2015 | 21:30 por redacaopaladar

FOTO: Felipe Rau/Estadão

Bitter

Concentrado de sabores amargos que aromatiza o drinque e ajuda a equilibrar os ingredientes no copo. É feito com raízes, ervas aromáticas, cascas de árvores e de frutas, além de água e álcool. Está na moda fazer esta infusão em casa, de modo artesanal.

Gelo

Não vale mais aquele gelo como o feito em casa. Os bartenders se empenham cada vez mais em fazer, eles próprios, gelos mais puros e transparentes, que derretem mais lentamente e, por isso, gelam o álcool sem inundar o copo com água.

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Gim

O consumo cresceu no mundo inteiro, especialmente a partir de 2009, com a volta de drinques que levam o destilado, como negroni (foto), dry martini e gim-tônica. Cresce junto a oferta de gim de pequenas e grandes destilarias mundo afora, com bebida de variados preços e qualidade.

Shrub

O xarope de fruta usado nos coquetéis entra na lista de essenciais. É feito a partir da fruta, e leva também açúcar, vinagre e pode levar álcool ou não. De sabor bem ácido, deve ser bem dosado.

A máxima do futebol serve à coquetelaria: “Clássico é clássico. E vice-versa”.

Eis os ingredientes básicos, para não fazer feio.

Gim tônica: gim + água tônica + limão

Negroni: gim + vermute + Campari + casca de laranja

Old Fashioned: uísque + Angostura + água

Manhattan: uísque + vermute tinto + Angostura

Tom Collins: gim + limão + água com gás

>>Veja a íntegra da edição especial de aniversário de 24/9/2015

Ficou com água na boca?