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Heloisa Lupinacci

Cervejas brasileiras de escola belga para beber enquanto assiste ao jogo da Copa

A Bélgica, nosso adversário nas quartas de final, faz algumas das cervejas mais celebradas do mundo. Veja três sugestões de rótulos para 'roubar a força dos inimigos'

04 julho 2018 | 22:23 por Heloisa Lupinacci

Todo mundo que gosta um pouco de cerveja ama a Bélgica. Vêm de lá algumas das mais espetaculares cervejas que existem. As mais míticas. Quem acompanha a cena sabe o fetiche que há em torno das cervejas de abadias trapistas – sendo a mais festejada a belga Westvleteren (impossível de comprar por aqui, difícil de comprar lá). E todo mundo que gosta de experimentar cervejas únicas tem na sua lista de desejos uma Cantillon bem exótica (Fou’Foune, com pêssegos, ou Cuvée Saint-Gilloise, uma lambic com lúpulo hallertau feita em homenagem a um time de futebol). Se eu tivesse que escolher uma única cerveja para levar para uma ilha deserta onde fatalmente morreria, seria a 3 Fonteinen Gueuze, também belga. 

Mas nesta sexta-feira de Copa do Mundo a gente odeia a Bélgica. Então pensando numa lógica ancestral, de roubar a força dos inimigos, sugiro três excelentes rótulos brasileiros que reproduzem estilos belgas para mandar aquela vibração de uruca para Lukaku (vem cá, já leu o texto-depoimento dele no site gringo The Player’s Tribune? Não? Então vai lá que eu espero aqui. Aproveita e lê o do Cavani também.).

Agora, se a Bélgica passar, pode virar a casaca. Eu vou. Vou ser belga desde criancinha e torcer para que a final seja Bélgica e Inglaterra, pra gente continuar falando de futebol e cerveja.

Na Copa, peça um barril de chope em casa e chame alguns amigos

Ficou com água na boca?