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Embriões de cervejas com cara de Brasil

Por Ronaldo Rossi*

12 junho 2013 | 23:04 por redacaopaladar

Na semana passada, a Associação Brasileira de Produtores de Cerveja (Acerva) do Brasil promoveu mais um concurso, dividido em duas frentes: cervejas de estilos determinados, seguindo as normas do Beer Judge Certification Program (BJCP), instituição do EUA que normatiza os tipos de cerveja; e as de estilo livre, feitas a partir de uma única regra: o uso de ingredientes nacionais. Da última categoria, saíram boas surpresas e propostas.

Primeiro, muitas cervejas com frutas (jabuticaba apareceu bastante nas criações, mas teve até caqui), incluídas ora na fervura ora na maturação. Mas o melhor mesmo veio da segunda onda: o uso de barris de guarda de cachaças para maturar cervejas. Além do gosto da madeira, as ervas que temperaram as cachaças de outrora, impregnadas nas paredes dos barris, também temperaram as cervejas. Fora o uso de barricas por cervejeiros como André Junqueira, da Morada Cia. Etílica, de Curitiba, que levou cervejas maturadas em madeiras brasileiras. É um novo modo de pensar cerveja. E novos gostos a beber.

* Ronaldo Rossi é proprietário da Cervejoteca e juiz do concurso Acervas

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