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Comida

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A sustentável leveza do peixe

 

29 junho 2012 | 18:00 por joseorenstein

A forma que Landgraf encontrou para trabalhar os peixes, sem cair no óbvio, foi combiná-los com sabores ácidos e cítricos. Tudo isso sempre respeitando o princípio que o chef se impôs, a si próprio e ao seu restaurante: primar pelo frescor e leveza.

Os cítricos que foram nos peixes

De saída, ganhou a plateia com a cavalinha curada no sal com purê de limão siciliano. Os aplausos e elogios foram imediatos à degustação.  Na sequência, o chef apresentou o levíssimo olhete marinado com vinagrete de cenouras. “O olhete nada mais é que um atum pequeno. É extremamente valorizado na cultura japonesa”, explica. “E se japonês valoriza, pode comprar porque é bom.”

Elegantemente, Landgraf homenageou seus mestres: dedicou e serviu os pratos que montou às ilustres presenças de sua aula – os chefs Ana Soares, Alex Atala, Edinho Engel, que assistiram à aula na turma do fundão, e a jornalista londrina Anissa Helou.

Edinho e Atala beliscando a comida de Landgraf

 

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