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Centrífuga, prensa, fogo: como é feito o queijo do Marajó

O queijo do Marajó não é maturado nem fermentado, é queijo de tipo fresco. Há duas variedades: o creme e o manteiga. O creme é o mais comum, feito na Mironga. Ele dura cerca de dez dias fora da geladeira. Se refrigerado, pode durar o dobro, mas perde suas características. O certo é guardar e comer a temperatura ambiente. O processo de feitura dura um dia e segue as etapas abaixo.

08 agosto 2013 | 00:26 por joseorenstein

1) Ordenha. Começa às 6 da manhã e termina por volta das 9. O leite vai para a queijaria, onde é processado.

2) Centrífuga. Separa o leite desnatado do creme de leite. O leite desnatado fermenta espontaneamente pela ação das bactérias do ar por 24 horas. Vira uma coalhada.

3) Lavagem. Retira-se o soro da coalhada e lava-se a massa com água, para tirar a acidez.

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4) Prensa. A massa é prensada.

5) Solidificação. Nesse estágio, o queijo fica parecendo um parmesão, duro, sem líquido.

6) Moagem. A massa é moída e ralada bem fino.

7) Fogo. A massa moída vai ao fogo, junto com sal e o creme de leite (separado no primeiro tratamento). Depois de meia hora mexendo, obtém-se uma pasta elástica: é o queijo do Marajó.

8) Embalagem. A pasta é despejada em fôrmas retangulares. Atualmente, os queijeiros têm usado também embalagens redondas de plástico.

Leia mais:

+ O fim do queijo ilhado

>> Veja a íntegra da edição do Paladar de 8/8/2013

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