Paladar

Comida

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Estas panelas dispensam o fogão

Neste ano, os lançamentos de panelas elétricas chamaram a atenção nas feiras de eletrodomésticos em São Paulo. Para saber até que ponto vale investir no equipamento, o Paladar reuniu os principais lançamentos. A ideia era testar se substituem com eficiência a dupla tradicional panela/fogão. Para comparar, preparamos algumas receitas simultaneamente na panela elétrica e no fogão.

14 agosto 2013 | 23:21 por lucineianunes

Começamos preparando arroz básico. Ele ficou pronto mais rápido na panela comum, mas grudou um pouco no fundo e, apesar de soltinhos, os grãos ficaram menores. Nas elétricas, a preparação é mais prática: você só põe o arroz, a água e os temperos, e a panela trabalha sozinha. Além do arroz, servem também para outros preparos, como saltear, refogar e cozinhar no vapor, porém, nesses casos, o trabalho é igual ao da panela comum.

Na wok, salteamos legumes. A wok elétrica surpreendeu pela rapidez com que esquentou – antes da convencional – e os legumes ficaram prontos primeiro. A outra vantagem é que as bordas não aquecem, o que permite manusear com maior facilidade que a comum. E dá para levar à mesa. Fora isso, o trabalho é o mesmo e o resultado, idem.

Para preparar carnes na panela elétrica do tipo chapa não é preciso usar gordura, outra vantagem é que ela pode ir à mesa.

Conclusão: panela elétrica é boa alternativa para fazer arroz, a chapa também vale e, no caso da wok, a principal vantagem é a mobilidade.

Sem gordura

FOTOS: Tiago Queiroz/Estadão

Multifuncional

Saltear, fritar, grelhar

Salgado ou doce?

A Bianca Rice, da Mondial, cozinhou perfeitamente o arroz. Um termostato evita que o alimento queime e um sensor é ativado quando a água seca, interrompendo o cozimento e ativando a função aquecer, que pode manter o alimento quente por até oito horas. É prática, fácil de usar e vem com um livrinho com 15 receitas, incluindo risotos e arroz-doce. Custa, em média, R$ 110, nas lojas Magazine Luiza, Americanas e Multicoisas.

>> Veja a íntegra da edição do Paladar de 15/8/2013

Ficou com água na boca?