Zica, um negroni com toque de amburana

Rafael Pizanti, do Barê, ensina a fazer o coquetel que leva gim infusionado com amburana, Campari e vermute tinto

Redação Paladar - O Estado de S.Paulo

Porções: 1 porção

Tempo: Rápida

Dificuldade: Fácil

Ingredientes

30 ml de gim (aqui foi usado um com infusão de amburana)
30 ml de Campari
30 ml de vermute tinto

Essa versão do negroni, que deve ser servida em copo baixo, é assinada por Rafael Pizanti, do Barê.   

Preparo

1Em um mixing glass (copo alto de vidro) com bastante gelo, adicione todos os ingredientes e mexa com uma bailarina (colher longa).
2Coe para um copo baixo com gelo (o restante do gelo deve ser descartado).
3Decore com um twist (casca) de laranja bahia.  

 

Batido ou mexido? Veja sete receitas de drinques para ambos os gostos

1 | 7 Aprenda de uma vez por todas como acabar com a polêmica clássica da coqueteleira versus a bailarina. O Dry martini esta no centro desta discussão, mas saiba faz sim diferença – e muita – , mexer ou estragar, quer dizer, bater o dry martini. Se for chacoalhado vigorosamente na coqueteleira com gelo, vai ficar turvo e arenoso e não límpido como deve ser, além de perder a textura aveludada. A receita original do clássico, você encontra aqui. Foto: Codo Meletti/Estadão
2 | 7 Um grande clássico da coquetelaria norte-americana, o uísque sour original leva suco de limão e clara de ovo. Para aprender a fazer o drinque batido com perfeição, Spencer Jr., do Frank Bar, dá sua receita.  Foto: Codo Meletti/Estadão
3 | 7 A combinação de gim envelhecido em barril de amburana, Campari e vermute tinto, mexidos no copo, dá origem ao Zica. Essa versão do negroni, que deve ser servida em copo baixo e gelo, é assinada por Rafael Pizanti, do Barê.    Foto: Codo Meletti/Estadão
4 | 7 O barman Felipe Leite, do bar do Jiquitaia, faz na coqueteleira uma releitura do clássico com a cachaça no lugar do pisco peruano. Veja a receita.  Foto: Codo Meletti/Estadão
5 | 7 A combinação de cachaça, gelo e limão originou um dos drinques mais famosos do Brasil, a capirinha. O sabor é unanimidade, já o preparo nem sempre: o correto é preparar a caipirinha no copo de servir, com o macerador e uma bailarina. É assim que a receita figura na lista da Associação Internacional de Bartender. Mas muita gente prefere pôr na coqueteleira, para fazer maior quantidade.  O barmen Spencer Jr., do Frank Bar, ensina a receita da preciosidade nacional. Veja aqui.  Foto: Codo Meletti/Estadão
6 | 7 Criação de Rafael Pizanti, do Barê, esse drinque leva purê de pitanga e deve ser feito em uma coqueteleira com bastante gelo e servido em um copo alto. Confira a receita aqui.   Foto: Codo Meletti/Estadão
7 | 7 Vermute tinto, gim e bitter de gengibre: esta é a cambinação do drinque mexido do barman Felipe Leite. Confira como fazer em casa. Foto: Codo Meletti/Estadão

 

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