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Restaurantes e Bares

Restaurantes e Bares

O Baixo Pinheiros está fervilhando: confira 47 dicas de lugares onde comer e beber

De 2014 para cá, o número de bares, restaurantes, confeitarias e cafés mais do que dobrou na área delimitada pelo rio Pinheiros, pela rua Pais Leme e pelas avenidas Faria Lima e Pedroso de Morais; veja um roteiro completo da região

28 fevereiro 2018 | 19:44 por Ana Paula Boni e Renata Mesquita

Esta é a segunda vez que o Paladar dedica a capa ao Baixo Pinheiros. A primeira, em 2014, serviu para cravar o nome da região – uma área de menos de um quilômetro quadrado, delimitada pelo rio Pinheiros, pela rua Pais Leme e pelas avenidas Faria Lima e Pedroso de Morais –, que estava despontando como uma zona gastronômica na cidade e começava a ser apelidada de Baixo Pinheiros pelos moradores locais. 

Anos antes, a Cia. Tradicional de Comércio havia fincado o pé ali, no fim da década de 1990, desbravando uma zona residencial para instalar o bar Pirajá, em 1998, e a pizzaria Bráz, em 1999. Com o tempo, vieram outros pioneiros, como o restaurante Nou e o Empório Alto dos Pinheiros, o EAP, especializado em cervejas, ambos em 2008. 

Brunch é a estrela do Botanikafé, que acaba de ser inaugurado no Baixo Pinheiros. Ali brilham as torradas, como na foto, e os bowls. Leia mais abaixo.

Brunch é a estrela do Botanikafé, que acaba de ser inaugurado no Baixo Pinheiros. Ali brilham as torradas, como na foto, e os bowls. Leia mais abaixo. Foto: Hélvio Romero|Estadão

Mas em 2014 já havia um boom: em julho eram 22 estabelecimentos naquela área, basicamente restaurantes, confeitarias e bares. E as casas orbitavam em torno da Vupabussu. Sete fecharam, e hoje são 47. 

O perfil se ampliou, surgiram confeitarias, cafés, mais restaurantes, o número de bares triplicou e acaba de abrir uma padaria com pães de longa fermentação. Nesses três anos e pouco, a região cresceu estimulada também pela revitalização do Mercado de Pinheiros.

O Baixo Pinheiros rejuvenesceu, hoje é frequentado por um público mais jovem, ficou mais boêmio e expandiu as fronteiras, especialmente desde a inauguração do Pitico, em 2015 – um bar com cadeiras de praia, instalado em contêineres num estacionamento. Os arredores do Largo da Batata ficam tomados durante a noite, quando o público nas ruas com copos e garrafas nas mãos costuma ser muito maior do que o que ocupa mesas e cadeiras dentro de bares.

Paladar voltou lá muitas vezes, atraído por inaugurações. E chegou a hora de atualizar o mapa, afinal, o Baixo Pinheiros ferve. Por quê? Temos um palpite: a combinação de casas informais e bons preços.

 O MAPA

Abaixo você confere todas as 47 casa do bairro. Os diferentes ícones marcados no mapa indicam o tipo de estabelecimento: restaurantes; bares e cafés; confeitarias e outros. E as cores retratam a data de inauguração: em rosa, novidades abertas nos últimos seis meses; em azul, casas que abriram entre 2014 e meados de 2017; e em laranja, endereços citados pelo Paladar em 2014. 

 
A seguir, apresentamos um pouco de cada casa. Divirta-se!

 

 

RESTAURANTES

Quando alguém o convidar para ir almoçar ou jantar no Baixo Pinheiros, esqueça a formalidade. Os restaurantes do bairro são em geral pequenos, descontraídos, com cardápio focado e enxuto e quase sempre bons preços – a regra vale para o Più, de cozinha italiana autoral, pertinho do pioneiro Nou, assim como para o descolado Teus, contemporâneo. Casa de Ieda e Caxiri são representantes do estilo de comida acessível, ainda que com atenção a ingredientes e técnicas.

Quando o assunto é pizza, impera a Bráz, mas bem antes dela se instalar ali, em 1999, pizza no bairro era sinônimo de I Vitelloni, uma charmosa e minúscula pizzaria com forno a lenha, aberta em 1992, onde Hamilton Mello, o Mellão, usava ingredientes nobres como presunto cru, alcachofras, rúcula e tomate seco, grande novidade na época (tinha também pizza de abobrinha com Polenghinho, mas não vamos implicar...). Já a churrascaria NB Steak, vizinha do Pirajá, foge ao estilo local, com salão amplo, mais formal e preços mais altos. 

EL PAMPERO (INAUGURAÇÃO)

O pequeno imóvel abriu as portas em dezembro de 2017. O chef gaúcho Rodrigo Trindade é o proprietário e o comandante da churrasqueira a carvão de onde saem cortes como lombinho e ancho. Em um menu enxuto, além das carnes, serve porções como a salada de batata com maionese caseira e as batatinhas em chips. Leia mais.

Onde. R. Tucambira, 90, tel. 3819-0208.

 

  Foto: Amanda Perobelli|Estadão

CASA DE IEDA (INAUGURAÇÃO)

Em seu novo restaurante, Ieda de Matos, baiana natural da Chapada Diamantina, serve a comida que ela cresceu comendo, de subsistência. Esqueça o dendê e o vatapá, por lá a pedida são bolinhos (como a versão salgada do bolinho de estudante, feito de tapioca) e pratos como o godó (picadinho de carne de sol e banana verde, servido com arroz vermelho). Leia mais.

Onde. R. Ferreira de Araújo, 841, tel. 4323-9158.

 

  Foto: Wether Santana|Estadão

MARIA FARINHA

A casa de comida brasileira, aberta em 2017, serve receitas como bolinho de angu, baião-de-dois e paçoca de carne seca, investindo em ingredientes como ora-pro-nóbis e jiló.

Onde. R. Padre Carvalho, 771, tel. 3031-5496.

MICA

Um dos filhotes do vizinho Pitico, inaugurado no ano passado, tem balcão comprido com bancos altos, de onde se come receitas asiáticas, como bun com tonkatsu e polvo marinado em kimchi.

Onde. R. Guaicuí, 33, tel. 3360-2608.

OUI

O chef Caio Ottoboni abriu a casa em 2014 na vizinha Vupabussu, mas no ano passado se mudou para o atual endereço, onde serve pratos de acento francês, como steak tartare e outras criações.

Onde. R. Costa Carvalho, 72, tel. 3360-4491.

TEUS

Tem clima de bar, com bons drinques, um belo balcão no meio do salão, terraço amplo com mesas. Mas o destaque são as receitas do chef Chico Farah, preparadas à vista dos clientes, numa cozinha aberta para o salão. São pratos de influência variada, entre as quais podem aparecer o arroz de lula e a paleta de cordeiro com fregola. Desde 2016.

Onde. R. Natingui, 1.548, tel. 3031-0654.

TAKA DARÚ

Pratos típicos japoneses integram o cardápio da casa, aberta em 2016 com clima praieiro. Tem espetinhos, lámen, porção de bolinho de polvo, gyoza e até opções como cogumelo envolto em bacon.

Onde. R. Costa Carvalho, 234, tel. 3034-0937.

Takoyaki do Taka Daru

Takoyaki do Taka Daru Foto: Nilton Fukuda|Estadão

PIÙ

Pequeno fenômeno, vive lotado desde que abriu, em 2015. Parceria do chef Marcelo Laskani com o maître Mauricio Cavalcante, foca em receitas italianas, autorais, com bons ingredientes, muitos produzidos ali mesmo pelo chef, como embutidos e pães. O menu-executivo é boa opção, com preços honestos e receitas bem-feitas. O sucesso fez gerar o Piccolo, na Rua dos Pinheiros.

Onde. R. Ferreira de Araújo, 314, tel. 3360-7718.

Salão da frente do movimentado Più

Salão da frente do movimentado Più Foto: Tiago Queiroz|Estadão

MANISH 

A casa nasceu no Itaim Bibi pelas mãos de Paulo Abbud Filho, proprietário do Saj e filho do dono do Farabbud. Especializada em culinária árabe, serve os clássicos, como esfihas, pastas, entre outros pratos. Salão pequeno e aconchegante.

Onde. R. Ferreira de Araújo, 326, tel. 3034-2326.

CAXIRI 

O nome da bebida indígena remete à Amazônia, inspiração das donas para abrir o Caxiri, em 2015, e os pratos emprestam ingredientes de lá em receitas como ceviche no tucupi.

Onde. R. Ferreira de Araújo, 1.007, tel. 3562-7696. 

DA ROÇA 

Casa de menu executivo que não abre à noite, desde 2015 serve no almoço pratos triviais, como picadinho de carne e frango empanado com creme de milho. Aos sábados, tem bufê de feijoada.

Onde. R. Costa Carvalho, 182, tel. 2776-9482.

NB STEAK 

Casa de Arri Coser, fundador do Fogão de Chão junto com o irmão Jair, é especializada em carnes e serve rodízio sem bufê de saladas. É um estranho no ninho, numa região loteada por empreendimentos pequenos e informais: a casa aberta em 2014 possui cerca de 200 lugares, oferece serviço clássico, tem estacionamento, um bar na entrada e ampla carta de vinhos.

Onde. Av. Brigadeiro Faria Lima, 140, tel. 3031-1204.

RUELLA

Filial aberta em 2011 pela chef e apresentadora Danielle Dahoui, tem a mesma decoração vintage romântica das outras duas casas. O menu tem pratos de bistrô.

Onde. R. Vupabussu, 199, tel. 4858-1996.

VILA DAS MENINAS

Fica numa charmosa casa de vila, com acesso por um corredor discreto – é difícil de achar o local em meio à rua. No almoço e no jantar, há pratos à la carte, como confit de pato e frango ao curry no abacaxi. Desde 2010.

Onde. R. Padre Carvalho, 139, tel. 2364-2122.

NOU 

Restaurante das antigas instalado numa casa simpática desde 2008, é um dos desbravadores da gastronomia no bairro e já estendeu seus domínios com o bar Negroni e a sanduicheria Mano. Vive lotado e tem clima descontraído, com várias salas, cardápio variado a bons preços. Entre os clássicos do restaurante de Paulo Sousa estão o filé à milanesa com risoto de limão-siciliano, salada de chèvre e o salmão com redução de vinagre balsâmico e legumes.

Onde. R. Ferreira de Araújo, 419, tel. 2609-6939.

DÔ 

Tradicional casa japonesa frequentada por moradores do bairro, é das mais antigas: existe desde 2003.

Onde. R. Padre Carvalho, 224, tel. 3816-3958.

CHÁCARA TURMA DA MÔNICA 

Estranho no ninho, o gigante imóvel foi aberto em 2002 como Chácara Santa Cecília. É bar, restaurante e parque.  

Onde. R. Ferreira de Araújo, 601, tel. 3034-6251.

BRÁZ PIZZARIA

Está entre os pioneiros ao lado do bar-irmão Pirajá, também pertencente à Cia Tradicional do Comércio. Abriu em 1999 e desde lá vive com filas.  

Onde. R. Vupabussu, 271, tel. 3037-7973.

 

  Foto: Marcos D'Paula

 

 

BARES

 O número de bares mais do que triplicou no Baixo Pinheiros nos últimos quatro anos. Ainda há mais restaurantes que bares por ali, mas a vocação boêmia do bairro está cada vez mais evidente. O Pitico, aberto em 2015, e o Void, definem bem o perfil do público local: galera jovem, de pé na rua, com garrafa na mão. Por ali a bebida é simples e barata.

O bairro tem também bares especializados em drinques autorais, como o Guilhotina, onde as pessoas entram para experimentar os coquetéis preparados pelo bartender campeão Márcio Silva, porém raramente conseguem se instalar ali: acabam levando a bebida nas mãos para a frente da casa, que está sempre movimentada. Sem problemas. Pirajá e EAP, botecos das antigas, mais comportados, também bombam, mas o público não é tão jovem como o que frequenta as imediações da estação Faria Lima do Metrô.

VOID (INAUGURAÇÃO)

O misto de bar, lanchonete e loja de roupas e acessórios que já faz sucesso no Rio e em Porto Alegre aterrissou em São Paulo no final do ano passado. Mal chegou e já conquistou o público jovem que frequenta as noites do bairro - a calçada em frente o bar fica lotada nas noites mais quentes. A chef Bel Crozera prepara petiscos (como o bolinho de guacamole e o bolovo), sanduíches e quitutes, servidos desde as 10 horas da manhã. No final do mês, o cardápio passará a contar com uma opção de prato do dia, no almoço. Leia mais

Onde. R. Martim Carrasco, 56, tel. 3031-0088. 

Bolinho de guacamole

Bolinho de guacamole Foto: Tiago Queiroz|Estadão

OSAKE

Aberto em 2017 por sócios do Dô, japonês também no Baixo Pinheiros, esse bar tem salão escuro e música alta, mas investe na comida, servindo teishokus, sobremesas de Viviane Wakuda e outras receitas.

Onde. R. Ferreira de Araújo, 323, tel. 2776-0241.

GINGER 

O diminuto bar que abriu as portas em 2017 (colado ao Negroni e em frente ao Pirajá) oferece um pouco dos dois principais concorrentes: carta extensa de drinques e chope gelado na eterna tulipa.

Onde. R. Padre Carvalho, 26.

NEGRONI 

Dos mesmos sócios do Nou, restaurante entre os mais antigos da região, o bar abriu as portas em 2016 para servir o drinque que dá nome à casa em diferentes versões. Tem boas pizzas individuais para acompanhar.  

Onde. R. Padre Carvalho, 30, tel. 2337-4855.

Pizza de fermentação natural do bar Negroni

Pizza de fermentação natural do bar Negroni Foto: Alex Silva|Estadão

SPRITZ 

Traz o drinque italiano na carta, além de versões e outros coquetéis. Pequeno e de tom casual, o bar de 2016 tem na decoração objetos pessoais do dono, o italiano Antonino Esposito.

Onde. Av. Brigadeiro Faria Lima, 272, tel. 96600-6343.

GUILHOTINA 

Despojado e sem frescuras, é a primeira casa própria do bartender Márcio Silva. Abriu as portas no final de 2016 e já no ano passado entrou para a lista dos melhores do mundo pelo 50 Best Bars. 

Onde. R. Costa Carvalho, 84, tel. 3031-0955.

Balcão do Guilhotina

Balcão do Guilhotina Foto: Leo Feltran

Z CARNICERIA 

Funcionou no centro por anos até que se mudou, em 2015, para o imóvel onde funcionou o extinto Aeroanta, casa que ferveu nas décadas de 1980 e 1990 com shows do porte de Cazuza e Marisa Monte.

Onde. Av. Brigadeiro Faria Lima, 724, tel. 2936-0934.

PITICO

O que começou como um tímido contêiner em uma área pouco movimentada em 2015 hoje é um dos bares mais concorridos da região pelos jovens. Também passou a servir almoço e café da manhã.

Onde. R. Guaicuí, 61, tel. 3582-7365.

SAILOR BURGER

Inaugurada em 2015 pelo grupo que é dono dos bares The Sailor, Rey Castro e Jet Lag Pub, em outros bairros, a casa foca em sanduíches e porções.

Onde. R. Vupabussu, 309, tel. 3031-1267.

DELIRIUM CAFÉ

Ponto de encontro cervejeiro, serve desde agosto de 2014 os rótulos da marca belga e de outras cervejarias. No balcão, são 24 torneiras de chope. Na semana passada, começou a abrir às 12h e servir almoço, ainda em caráter de teste, em parceria com os Carburadores.

Onde. R. Ferreira de Araújo, 589, tel. 2495-2225.

EMPÓRIO ALTO  DOS PINHEIROS

Reduto cervejeiro sem igual na cidade: são 43 torneiras de chope atualizadas o tempo inteiro (a relação em cartaz está em altodospinheiros.com.br), além de cerca de 700 rótulos de cerveja. Desde 2008. começou como uma loja de cervejas, mas, oferecendo enorme variedade, acabou virando um bar bastante concorrido.

Onde. R. Vupabussu, 305, tel. 3031-4328.

PIRAJÁ

Segunda casa do grupo Cia Tradicional do Comércio (hoje um gigante), abriu as portas em 1998, seguindo o modelo do Original, dos mesmos donos, em Moema. É um boteco carioca em São Paulo, inspirado nos anos 1950, oferecendo petiscos clássicos e bons drinques. Com o tempo, incorporou o samba ao cardápio. Hoje tem outras unidades.

Onde. Av. Brigadeiro Faria Lima, 64, tel. 3815-6881.

 

Confeitarias, cafeterias  e outros 

No capítulo comidinhas, o bairro também mantém seu perfil de lugares diminutos, especializados, descontraídos e com pouco serviço. Tudo isso tem uma vantagem: baixar os preços. Hamburgueria Vinil, sanduicheria Mano (dos donos do Nou e do Negroni) e o Buraco Quente (da turma do Pitico) seguem o estilo. O Baixo Pinheiros também está virando uma zona de cafés, começando pelo Sofá Café. O Botanikafé, que acaba de abrir, faz a linha cool, minimalista e é focado em brunch, o dia todo. O HM Food serve lanches e pratos num espaço multiúso.

Docerias são ponto forte ali, desde a abertura da Brigadeiro Doceria e Café, em 2005. A Dama, com doces mais sofisticados e preços mais elevados, foge ao perfil da região, mas tem clientela garantida, vive lotada. Há um único açougue-butique, o The Butcher, e apenas uma padaria com pães artesanais e de longa fermentação, a St. Chico, que acaba de ser inaugurada, como você vai ler na próxima página.

BOTANIKAFÉ BOWLS & TOASTS (INAUGURAÇÃO)

Com foco no brunch, o café que abre as portas oficialmente no próximo sábado (3) aposta nas torradas e nos bowls. As primeiras são montadas com ingredientes frescos elaborados na casa, desde a clássica de abacate, até mais elaboradas com ovo, salmão e shiitake. Nas tigelas, cremes com mil e uma opções de cobertura, como a que combina açaí, manga, lascas de coco fresco, chia e granola da casa. O ambiente clean e jovem é preenchido com vasos de plantas criados pela proprietária, Manuela Albuquerque, e estão à venda para quem quiser levar para casa. Leia mais.

Onde. R. Padre Carvalho, 204. 

Entrada do novo Botanikafé. Torradas, bowls e plantas

Entrada do novo Botanikafé. Torradas, bowls e plantas Foto: Hélvio Romero|Estadão

ST. CHICO (INAUGURAÇÃO)

Inaugurada há poucas semanas, essa é a primeira padaria do bairro a oferecer pães de longa fermentação natural, com atenção especial às receitas fancesas. Na vitrine não faltam brioches, croissants e baguetes que saem do forno de hora em hora, preparados pela padeira Helena Mil-Homens. Além dos pães, oferece sanduíches descomplicados para comer em uma das poucas mesas da pequena casa. Leia mais. 

Onde. R. Fernão Dias, 461. 

 

  Foto: Hélvio Romero|Estadão

LE BON GÂTEAU (INAUGURAÇÃO)

A confeiteria Julia Junqueira já produzia seus doces em um ateliê, apenas sob encomenda. Mas desde a última semana é possível conferir suas receitas na vitrine da nova loja no bairro. Mini tortas, caramelos e entremets podem ser consumidos ali, acompanhados de um bom café, ou levados para casa. Não deixe de provar a torta de maçã com base de amêndoas, creme de caramelo e mascarpone. Leia mais.

Onde: R. Ferreiro da Araújo, 305.  tel.: 3031-5096

 

  Foto: Werther Santana|Estadão

MERCEDES

Mais recente dos empreendimentos da turma do  Pitico, abriu em meados do ano passado, depois do Buraco Quente, como uma janela para vender empanadas.

Onde. R. Guaicuí, 38.

BURACO QUENTE

É uma portinha na mesma rua e dos mesmos donos de Pitico, Mica e Mercedes. A tração ali é uma só, o sanduíche buraco quente (pão francês escavado no centro e recheado). O cliente sobe uns degraus e escolhe o recheio no balcão. Tem carne desfiada, salpicão de frango ou vegetariano.

Onde. R. Guaicuí, 26, tel. 3582-7365.

VIH

A casa aberta no ano passado é focada no kombucha, bebida feita a partir da fermentação do chá. Como um bar, ali a bebida sai de torneiras de chope.

Onde. R. Costa Carvalho, 138, tel. 3813-7178.

MANO 

Filhote do vizinho Nou, foi inaugurado em 2015 para servir sanduíches, como o de salmão defumado ou o de pernil. É naquele esquema de pagar no balcão e aguardar ser chamado.

Onde. R. Ferreira de Araújo, 381, tel. 3816-1725.

HM FOOD CAFÉ

Cafeteria bem cuidada, que fica desde 2015 na entrada de um espaço multiúso, utiliza o deck para atender os clientes com lanches e cafés especiais. Tem bolos, doces, sanduíches e pratos, além de brunch.  

Onde. R. Ferreira de Araújo, 1.056, tel. 3034-5319.

SOFÁ CAFÉ

A segunda unidade da rede fica dentro do Centro Brasileiro Britânico, desde 2014, onde mantém o espírito da matriz, com móveis confortáveis e os mesmos bons cafés especiais.

Onde. R. Ferreira de Araújo, 741, tel. 3853-5326.

THE BUTCHER

Açougue de estilo butique, moderninho, é cercado de refrigeradores com cortes já empacotados de variados animais. Uma mesa no meio do pequeno espaço vende temperos e outros. Desde 2014.  

Onde. R. Ferreira de Araújo, 330, tel. 3032-5053.

ARO 27 BIKE CAFÉ 

Funciona desde 2013 como local de encontro de ciclistas, muitos provenientes das vizinhas estações de metrô e trem de Pinheiros. 

Onde. R. Eugênio de Medeiros, 445, tel. 2537-1918.

EMPÓRIO SOLE

Espécie de rotisseria inaugurada em 2013 pela chef Renata Pusset. Vende massas, molhos, quiches e outros preparos para levar para casa.  

Onde. R. Padre Carvalho, 55, tel. 2619-5384.

VINIL BURGER 

Instalada numa esquina, tem boa parte do ambiente tomada por uma grelha redonda onde são feitos os hambúrgueres. O esquema é simples: o cliente paga um preço fechado e escolhe o que vai dentro, entre queijo, salada, bacon, cebola caramelizada (os complementos são listados numa lousa). Desde 2012.

Onde. R. Padre Carvalho, 18, tel. 3032-1442.

Hambúrguer do Vinil

Hambúrguer do Vinil Foto: Filipe Araujo|Estadão

BOLO À TOA 

Essa é a matriz, de 2011, mas a confeiteira Renata Frioli expandiu os domínios para outras quatro unidades, uma inclusive no Rio de Janeiro. Ali, só vende bolo inteiro, daqueles furados no meio, à moda antiga de sabores simples e sem recheios.

Onde. R. Padre Carvalho, 103, tel. 3812-6889.

CONFEITARIA DAMA 

Casa estilosa, com vitrines tentadoras repletas de doces de inspiração francesa. O mil-folhas finíssimo e sempre fresco já fez história, as eclairs também são ótimas (prove a de limão-siciliano). E há mini-docinhos tentadores expostos, além de pães de mel e guloseimas para levar para casa. A rede tem outras três unidades pela cidade. Esta unidade, de 2011, não tem o espírito do bairro, nem na personalidade da casa nem nos preços, mas vive lotada.

Onde. R. Ferreira de Araújo, 376, tel. 5182-5088.

NINA VELOSO 

Quando abriu, em 2010, o local chamou a atenção pelos seus macarons impecáveis. Na charmosa casa avarandada, eles seguem entre os mais vendidos, ao lado de outros doces.

Onde. R. Costa Carvalho, 195, tel. 3032-6453.

BRIGADEIRO DOCERIA E CAFÉ 

Antes de expandir para outras áreas da cidade, firmou-se como um dos pioneiros do Baixo Pinheiros, em 2005, servindo variados tipos de doces e salgados caprichados em um imóvel com cara de casa.

Onde. R. Padre Carvalho, 91 , tel. 3813-6656.

OS QUE FECHARAM  

 

  Foto: Daniel Almeida|Estadão

Em meio ao boom de inaugurações nos últimos três anos, algumas casas fecharam as portas, começando pelo I Vitelloni, que funcionou por 25 anos – foi aberto em 1992, por Mellão, vendido em 2009, quando virou delivery, e encerrou as atividades no ano passado. Veja a lista de casas do bairro que deixaram de funcionar:

- LE REPAS

- FORQUILHA

- ELLA

- DONA CHICA BISTROT

- I VITELLONI  

- MAKANUDO 

- SARRASIN

- NICOTA

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