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Restaurantes e Bares

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‘O resultado do Guia Michelin não é opinião pessoal’, diz diretor

Entrevista | Michael Ellis, diretor geral do Guia Michelin

08 abril 2015 | 21:30 por patriciaferraz

FOTO: Divulgação

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Quantos inspetores visitaram os 500 restaurantes e como chegaram à lista inicial?

O número de inspetores profissionais foi o suficiente para fazer o trabalho. Eram espanhóis, franceses e de outras nacionalidades. Posso dizer que os 500 restaurantes que tinham possibilidade de entrar no guia foram visitados duas ou até três vezes.

O que explica ausências importantes na lista, como Gero, Loi Ristorantino, Kan, entre outros?

Os restaurantes foram avaliados pelos critérios técnicos usados no mundo todo e, depois, por um colegiado de inspetores para chegar à classificação final. Os que estão fora da lista é porque não têm o nível internacional do guia. O resultado não é a opinião pessoal de um inspetor.

A cozinha brasileira foi maltratada nessa primeira edição… o Tordesilhas e o Brasil a Gosto não foram sequer citados, o Esquina Mocotó e o Mocotó aparecem só como Bib Gourmand, restaurantes bons e baratos.

Maltratada? Temos 145 restaurantes de chefs brasileiros ou que trabalham no Brasil, que usam ingredientes produzidos no Brasil, até o Tuju que é um restaurante novíssimo de cozinha brasileira contemporânea está na lista e com estrela. E citamos restaurantes de feijoada e churrascarias.

Há um consenso de que o Maní e o Fasano foram bastante injustiçados nesta edição.

Os inspetores aplicaram no Brasil as mesmas regras que usam no Japão. A classificação é resultado da experiência dos inspetores nos restaurantes.

>>Veja a íntegra da edição do Paladar de 9/4/2015

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