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Restaurantes e Bares

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Restaurantes que já foram eleitos os melhores do mundo no 50 Best não entrarão mais na lista

Tradicional ranking dos 50 melhores restaurantes do mundo anuncia mudanças no formato do prêmio e nova política de paridade de gênero

16 de janeiro de 2019 | 19:54 por Redação Paladar, O Estado de S.Paulo

A organização do prêmio 50 Best Restaurants anunciou nesta quarta, 16, grandes mudanças no tradicional ranking, aspirando modernizar e criar uma nova dinâmica para a lista.

A partir de agora, todos os restaurantes que já alcançaram o topo e os que vierem a alcançar não poderão mais participar nos anos seguintes. Eles entram para um novo grupo, que a organização chamou de “Best of the Best” (os melhores dos melhores), que vai reunir todas as casas que já ficaram em primeiro lugar. São apenas sete, nos 17 anos do prêmio: El Bulli (Catalhunha; 2002, 2006 a 2009), The French Laundry (Califórnia; 2003 e 2004), The Fat Duck (Reino Unido; 2005), Noma (o primeiro endereço em Copenhague; 2010, 2011, 2012 e 2014), El Celler de Can Roca (Catalunha; 2013 e 2015), Osteria Francescana (Módena; 2016 e 2018) e Eleven Madison Park (Nova York (2017). 

Momento do anúncio da vitória do italiano Osteria Francescana no 50 Best 2018.

Momento do anúncio da vitória do italiano Osteria Francescana no 50 Best 2018. Foto: The World's 50 Best

O “Best of the Best” será lançado oficialmente na cerimônia dos 50 melhores restaurantes do mundo de 2019, em junho.

Também foram anunciadas novidades na composição da banca avaliadora. Agora, o júri composto por 1.040 pessoas será 50% feminino e 50% masculino. A nova política de paridade de gênero adotada pela organização também incentiva os votantes a levar em consideração questões como representatividade e diversidade dos restaurantes na hora de votar.

Por fim, os organizadores prometem para o meio do ano o lançamento de uma plataforma digital e um guia completo de restaurantes e bares ao redor do mundo que já entraram nas listas ou foram indicados pelos jurados. 

Não foi dito se as mudanças também serão aplicadas aos rankings 50 Best regionais, da América Latina e da Ásia. 

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