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Para os clássicos, dry martini

Confira a receita da bebida mais clássica entre os drinques

por Redação Paladar

Não existe um drinque que atraia tanta controvérsia em torno de si quanto o dry martini. Cada barman tem uma receita diferente e cada um vai tentar convencer quem está do lado de cá do balcão que a sua é a mais antiga ou com a proporção mais correta de vermute para gim. Ele é o mais clássico dos drinks. Sua história remonta à Guerra Civil americana (1861-1865) e seu nome apareceu pela primeira vez num guia de coquetéis de 1888.

Na vida real e na ficção, ele é o drinque com o maior número de fãs ilustres: para o escritor William Somerset Maugham, o dry martini devia ser sempre apenas misturado, nunca batido na coqueteleira, para não “quebrar” o gim. Já James Bond, o 007, gosta do seu batido. A escritora Dorothy Parker é creditada por uma frase espirituosa que dá uma ideia da potência desse drink: “Dry martinis são como seios de mulher — um é pouco, três é demais”.

A receita abaixo segue a proporção “oficial”, do guia internacional de bartenders.

Receita oficial de Dry Martini

Receita oficial de Dry Martini Foto: Felipe Rau|Estadão

Preparo

1Antes de iniciar o preparo, coloque de três a quatro pedras de gelo em taças grandes de coquetel, para resfriá-las.
2Encha um copo misturador com cubos de gelo. Despeje o vermute e o gim. Mexa cuidadosamente com uma colher bailarina, desde o fundo, tomando cuidado para não partir o gelo.
3Despeje nas taças, com a ajuda de um coador de coquetelaria. Guarneça com uma azeitona verde e perfume a borda do copo com a casca de um limão-siciliano.

Dica

Recentemente, a popularidade da taça de coquetel tipo “Y” está em declínio. Então, se quiser uma dose extra de “hype”, sirva seu drink numa taça tipo “coupé”, daquelas que se usava nos anos 60 para champanhe e que, dizem, foi moldada no seio de Maria Antonieta.

Ficou com água na boca?